
Meus lábios te disseram coisas doces e suaves, mas com o grande peso de quem arisca a jurar a infinidade.
Incontáveis vezes quis e disse o quanto te amo, acreditando tanto que mesmo agora ainda se ouve o vento declamar essas palavras em seu canto.
Quis-te como jamais quis coisa alguma, almejei-te mais que os pulmões necessitam de ar, mais que o coração precisa de sangue para a vida bombear.
E nunca esperei tudo terminar.
Agora ainda choro ao esperar você voltar. Mesmo sem quaisquer resquício de retorno, espero.
Eu te espero e peço que não duvides que sempre te amarei.